A relevância didádica das teorias jornalísticas como disciplina

Robson Bastos é o empático e carismático professor da Universidade de Taubaté (UNITAU), amado por todos e detentor de uma nobre missão: lecionar a boa e velha teoria jornalística. Papel este munido de relevância na hora da formação de um profissional da área.

por Valdecir Emboava

Versatilidade é o terceiro nome de Robson Bastos, professor há 30 anos no Departamento de Comunicação Social de Taubaté. Bastos já lecionou diversas disciplinas ao longo de sua carreira, segundo o professor, algo em torno de 10, das mais variadas dentro do parâmetro pedagógico jornalístico. Além da flexibilidade e a experiência como jornalista - tendo inclusive orientado diversos professores da universidade - tanto prático como teórico, o preceptor também leciona na cidade do ilustríssimo rei Pelé, Santos, onde trabalha com gêneros jornalísticos e introdução ao jornalismo para os primeiros anos. Na Universidade de Taubaté (UNITAU) o professor leciona 3 disciplinas atualmente. Haja disposição, heim?

Com 25 anos Robson começou sua carreira como docente, em 1985, e era professor de uma disciplina chamada “comunicação comparada”, matéria que já não existe mais no âmbito jornalístico atual, que seria o equivalente à comunicação contemporânea ou até mesmo linguagens midiáticas. Desde então a versatilidade do professor só aumento ao longo dos anos. Com uma bagagem extensa de conhecimento como este, o professor ainda declara “História é a minha matéria favorita” e completa “...se eu não fosse professor de jornalismo, com certeza seria professor de letras ou até mesmo de história, já que é a minha matéria favorita de lecionar”.



Tempo é vivência e vivência é experiência na mais pura forma de ser. Com essa perícia incrível de conhecimento e know-how, o professor Robson Bastos questiona um dos assuntos que ainda é um dos maiores desafios da vida de muitos professores, sendo eles universitários ou de ensino médio: As barreiras que as tecnologias acabam criando entre o aluno e o professor. Ao ser questionado qual o maior desafio de professorar para os alunos de hoje em dia, Robson indaga “ O desafio do professor hoje, é ele se aproximar dos alunos. Existem várias técnicas como, por exemplo, práticas pedagógicas ativas, que se baseiam numa experiência mais próxima com os eles” e elucida “... eu adoro lecionar para os calouros da faculdade, como é o primeiro ano deles em uma universidade, consigo ver como as gerações vem lidando com essa revolução toda”.