Temas que cercam os militares ainda são cobertos de incertezas e generalizações, já que pouco se sabe por parte da população, o que realmente são as Forças Armadas e também pouco se sabe, de forma mais completa, o que a população pensa dos militares, especialmente com os debates acalorados que tem tomado o país nos últimos anos, onde todas as instituições nacionais foram “colocadas” de lados específicos do espectro político e apontadas a posições que sequer as cabem.
Especialmente ao decidir-se entrar nas controversas que envolvem o cenário político nacional e internacional, que acabam por envolver a imagem dos militares, vemos que muitos os exaltam de forma exacerbada ou atacam de forma indiscriminada, fato representado pelas atuais pautas debatidas no congresso, os tópicos que viralizam nas redes sociais e mais recentemente o tema do governo militar de 1964, levantado após o presidente Jair Bolsonaro, optar por comemorar o dia do início desse que por uns é duramente criticado como golpe e por outros aclamado como revolução.
Mas apesar da agressividade, exageros e falta de informações apresentadas em ambos os lados durante tais debates e discursos políticos, tanto os membros das organizações militares quanto a população, enquanto longe dos “palcos” das discussões, tem visões muito mais balanceadas e positivas em relação as Forças Armadas, sua influência e seu papel social.
Como disse o estudante Luís Henrique, “Tenho muito respeito pelas Forças Armadas e vejo instituições como o exército brasileiro como uma grande força para a proteção do Estado, não apenas isso, mas são eles também, que colaboram de um Brasil cada vez mais grandioso, por isso creio que devemos a eles nosso respeito”.
E o empenho das Forças Armadas no desenvolvimento do país é uma ideia recorrente, como destacou Lucas Bueno, quando perguntado sobre o que ele esperava das Forças Armadas no futuro, “Espero que mantenham o foco no desenvolvimento do Brasil”.
De forma a reiterar essas ideias, o Subtenente Andretti, instrutor chefe do Tiro de Guerra de São José Dos Campos, apontou de forma constitucional os papéis dos militares, mostrando através do artigo 142, que cabem as Forças Armadas os papéis de Defesa da Pátria, Garantia dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e pela inciativa destes a defesa da lei e da ordem, além de agirem também na valorização da cultura nacional e projeção do brasil no cenário internacional.
É claro que também existem críticas aos militares, geralmente ligadas a questão de sua atuação na política e inclusão no governo. Como disse Camila Soares “Por mais que eu ache importante a existência do exército e outras instituições parecidas, me incomoda e me preocupa ver eles tomando cargos de governo, assim, isso me remete a ideologias com as quais eu não concordo.” Em contrapartida os militares afirmam que não tem um partido político, agindo sempre em prol dos interesses do povo brasileiro e não necessariamente de um presidente ou governo específico. Como uma última analise das Forças Armadas, devemos olhar sua contribuição não apenas para a sociedade de forma geral, mas também aos jovens, a seus membros e ao indivíduo em si.
Como afirmou o Subtenente Andretti, o serviço militar abre portas para muitos jovens, inicialmente por criar a oportunidade do jovem de trabalho, adentrando no serviço como uma forma de ser remunerado e adquirir experiência, que eventualmente possibilita, ao completar o serviço militar sua inserção completa no mercado de trabalho em si, além de ensinar ao jovem coisas valiosas como disciplina, respeito, trabalho em equipe, lealdade e patriotismo. Ele também comentou sobre como sua carreira no exercito modificou sua vida, através dela adquiriu vivência no cenário nacional e internacional, conheceu e entendeu culturas, além de contribuir para uma visão mais aberta de mundo e uma melhor atuação na resolução de problemas.
Ao ver tudo isso, pode-se concluir que, apesar das críticas e das questões nacionais atuais, ainda existe um consenso sobre as Forças Armadas e sua importância como uma instituição de defesa, da democracia, dos direitos e interesses do povo brasileiro.
Por Igor Vega
Especialmente ao decidir-se entrar nas controversas que envolvem o cenário político nacional e internacional, que acabam por envolver a imagem dos militares, vemos que muitos os exaltam de forma exacerbada ou atacam de forma indiscriminada, fato representado pelas atuais pautas debatidas no congresso, os tópicos que viralizam nas redes sociais e mais recentemente o tema do governo militar de 1964, levantado após o presidente Jair Bolsonaro, optar por comemorar o dia do início desse que por uns é duramente criticado como golpe e por outros aclamado como revolução.
Mas apesar da agressividade, exageros e falta de informações apresentadas em ambos os lados durante tais debates e discursos políticos, tanto os membros das organizações militares quanto a população, enquanto longe dos “palcos” das discussões, tem visões muito mais balanceadas e positivas em relação as Forças Armadas, sua influência e seu papel social.
Como disse o estudante Luís Henrique, “Tenho muito respeito pelas Forças Armadas e vejo instituições como o exército brasileiro como uma grande força para a proteção do Estado, não apenas isso, mas são eles também, que colaboram de um Brasil cada vez mais grandioso, por isso creio que devemos a eles nosso respeito”.
E o empenho das Forças Armadas no desenvolvimento do país é uma ideia recorrente, como destacou Lucas Bueno, quando perguntado sobre o que ele esperava das Forças Armadas no futuro, “Espero que mantenham o foco no desenvolvimento do Brasil”.
De forma a reiterar essas ideias, o Subtenente Andretti, instrutor chefe do Tiro de Guerra de São José Dos Campos, apontou de forma constitucional os papéis dos militares, mostrando através do artigo 142, que cabem as Forças Armadas os papéis de Defesa da Pátria, Garantia dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e pela inciativa destes a defesa da lei e da ordem, além de agirem também na valorização da cultura nacional e projeção do brasil no cenário internacional.
É claro que também existem críticas aos militares, geralmente ligadas a questão de sua atuação na política e inclusão no governo. Como disse Camila Soares “Por mais que eu ache importante a existência do exército e outras instituições parecidas, me incomoda e me preocupa ver eles tomando cargos de governo, assim, isso me remete a ideologias com as quais eu não concordo.” Em contrapartida os militares afirmam que não tem um partido político, agindo sempre em prol dos interesses do povo brasileiro e não necessariamente de um presidente ou governo específico. Como uma última analise das Forças Armadas, devemos olhar sua contribuição não apenas para a sociedade de forma geral, mas também aos jovens, a seus membros e ao indivíduo em si.
Como afirmou o Subtenente Andretti, o serviço militar abre portas para muitos jovens, inicialmente por criar a oportunidade do jovem de trabalho, adentrando no serviço como uma forma de ser remunerado e adquirir experiência, que eventualmente possibilita, ao completar o serviço militar sua inserção completa no mercado de trabalho em si, além de ensinar ao jovem coisas valiosas como disciplina, respeito, trabalho em equipe, lealdade e patriotismo. Ele também comentou sobre como sua carreira no exercito modificou sua vida, através dela adquiriu vivência no cenário nacional e internacional, conheceu e entendeu culturas, além de contribuir para uma visão mais aberta de mundo e uma melhor atuação na resolução de problemas.
Ao ver tudo isso, pode-se concluir que, apesar das críticas e das questões nacionais atuais, ainda existe um consenso sobre as Forças Armadas e sua importância como uma instituição de defesa, da democracia, dos direitos e interesses do povo brasileiro.
