Amilcar Augusto Pereira de Castro viveu de 1920 até 2002, foi um escultor, pintor, diagramador, gravador, desenhista e professor de artes plásticas, trabalhou bastante com aço e seus efeitos tridimensionais. Nasceu na cidade mineira de Paraisópolis, aos 14 anos de idade se mudou para Belo Horizonte com sua família, e aos 21 começou a cursar Direito na UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais)
Sua primeira obra construtiva foi na 2° Bienal Internacional de São Paulo, em 1953, durante sua vida, fez muitas exposições em diversos cantos do Brasil, e também no exterior, países como Estados Unidos, França, Japão, Inglaterra, Dinamarca, Suiça, Portugal, Espanha, México, Argentina e Uruguai possuem uma marca do artista .
Em 1944, começou a frequentar um curso de desenhos e pinturas na Escola de Belas Artes de Belo Horizonte, e depois de se casar, se mudou com sua esposa para o Rio de Janeiro em 1952, lá ele atuou como diagramador em diversos periódicos, destacando-se na reforma gráfica que realizou no Jornal do Brasil, além de trabalhar nas revistas “Manchete” e “A cigarra”. No ano de 1959, Amilcar de Castro assinou o Manifesto Neoconcreto, a partir daí começou a fazer viagens para fora do Brasil, começando pela Suiça em 1960, onde participou da Mostra Internacional da Arte Concreta, em 1968 viajou para os Estados Unidos, onde ganhou uma bolsa de estudo na Guggenheim Memorial Foundation, com o prêmio de viagem ao exterior obtido um ano antes.
Voltou ao Brasil em 1971, fixando sua moradia novamente em Belo Horizonte, se tornando professor de Composição e Escultura na Escola Guignard, anos depois se tornaria diretor da escola até 1977, então voltou para a UFMG para dar aulas, e ficou até se aposentar em 1990. Após isso continuou trabalhando apenas com esculturas, ele tinha muitos amigos que trabalhavam com ele, e antes de morrer, Amilcar de Castro convenceu eles continuarem trabalhando com obras, ensinou as técnicas de equilíbrio, peso e ângulos, assim eles fazem os projetos dele até hoje e usam o nome de Amilcar.
Por Jonas Souza
Sua primeira obra construtiva foi na 2° Bienal Internacional de São Paulo, em 1953, durante sua vida, fez muitas exposições em diversos cantos do Brasil, e também no exterior, países como Estados Unidos, França, Japão, Inglaterra, Dinamarca, Suiça, Portugal, Espanha, México, Argentina e Uruguai possuem uma marca do artista .
Em 1944, começou a frequentar um curso de desenhos e pinturas na Escola de Belas Artes de Belo Horizonte, e depois de se casar, se mudou com sua esposa para o Rio de Janeiro em 1952, lá ele atuou como diagramador em diversos periódicos, destacando-se na reforma gráfica que realizou no Jornal do Brasil, além de trabalhar nas revistas “Manchete” e “A cigarra”. No ano de 1959, Amilcar de Castro assinou o Manifesto Neoconcreto, a partir daí começou a fazer viagens para fora do Brasil, começando pela Suiça em 1960, onde participou da Mostra Internacional da Arte Concreta, em 1968 viajou para os Estados Unidos, onde ganhou uma bolsa de estudo na Guggenheim Memorial Foundation, com o prêmio de viagem ao exterior obtido um ano antes.
Voltou ao Brasil em 1971, fixando sua moradia novamente em Belo Horizonte, se tornando professor de Composição e Escultura na Escola Guignard, anos depois se tornaria diretor da escola até 1977, então voltou para a UFMG para dar aulas, e ficou até se aposentar em 1990. Após isso continuou trabalhando apenas com esculturas, ele tinha muitos amigos que trabalhavam com ele, e antes de morrer, Amilcar de Castro convenceu eles continuarem trabalhando com obras, ensinou as técnicas de equilíbrio, peso e ângulos, assim eles fazem os projetos dele até hoje e usam o nome de Amilcar.
