Ser criança é uma fase gostosa demais, a única preocupação é estudar e depois brincar muito ao decorrer do dia. Mas com a tecnologia hoje, esse momento que era para ser divertido e forçar a imaginação para pensar está deixando de existir já que tudo está na tela do celular. Bloqueando exercício mental.
A criança de hoje que é a geração ALPHA está conectada desde pequena, já nasce com os dedinhos deslizando na tela do smartphone. Esse novo universo tecnológico está contribuindo para a perca da essência infantil que é a interação pessoal com outras crianças. Percebe-se que com tanto conforto de hoje em dia, faz com o ser humano desenvolva alguns prejuízos como ansiedade, irritação e depressão.
Décadas atrás as crianças não tinham tecnologia e conforto como as de hoje, porém a sensação que passa é que as gerações Baby Boomers 1945 – 1964, geração X 1965 – 1984, geração Y 1985 – 1994 viviam com mais contato humano, as comunicações diretas entre as pessoas eram mais comuns, havia uma expressão corporal maior. Mas a geração Z 2000 – 2010 já começam os envolvimentos com a tecnologia, mas ainda num processo tímido. A geração Alpha 2011 – atual já são completamente tecnológicas, rápidas, imperativas, impacientes, tudo acontece num estralar de dedos.
Antes as crianças até a o final da geração Z, os parques nas praças eram lotados, quadras cheias, ruas movimentadas de crianças brincando o tempo todo, era um período que não volta mais. Acordava cedo ia para escola, chegavam almoçavam e já saiam para rua. Chamavam os vizinhos ou encontravam crianças na onde estivessem e ali já começavam as brincadeiras corpo a corpo.
Pega – pega, amarelinha, esconde – esconde, taco, pula corda, bolinha de gude, pipa, cobra cega, vivo e morto, queimada, adoleta, rodar pião, batata quente, cabo de guerra, dança da cadeira, estilingue, andar de bicicleta, patins, ciranda entre outras. ADRIANA FARIA que nasceu na geração X relembra algumas brincadeiras que ela costumava brincar quando era criança “adorava brincar de pega – pega, pula corda, jogar bola. Ficava dia toda na rua, só vinha para comer, tomar banho e dormir”.
PAULA BRITCHI que viveu a geração Y comenta que “não percebemos mais a pureza das crianças, o gosto da infância divertida com os colegas de rua, da escola. Os assuntos são outros, pois tudo está voltado para a tecnologia”.
A especialista infantil Ana Maria calderario Ferreira, diretora da escola estadual Professor Roque de Castro Reis em Taubaté – SP. Afirma que “O que acontece com essa juventude desde que pequenas, são crianças marrentas, pirracentas, cheias de ego centrismo e também na parte dos adolescentes ficou pior”.
A importância de brincar é fundamental para que a criança cresça saudável e desenvolva melhor o seu desempenho nas fases de sua evolução. A interação dos pais na vida infantil é essencial para que ela possa viver saudável e conseguir produzir melhor as suas atividades psíquicas pedagógicas.
Por Silva Junior
A criança de hoje que é a geração ALPHA está conectada desde pequena, já nasce com os dedinhos deslizando na tela do smartphone. Esse novo universo tecnológico está contribuindo para a perca da essência infantil que é a interação pessoal com outras crianças. Percebe-se que com tanto conforto de hoje em dia, faz com o ser humano desenvolva alguns prejuízos como ansiedade, irritação e depressão.
Décadas atrás as crianças não tinham tecnologia e conforto como as de hoje, porém a sensação que passa é que as gerações Baby Boomers 1945 – 1964, geração X 1965 – 1984, geração Y 1985 – 1994 viviam com mais contato humano, as comunicações diretas entre as pessoas eram mais comuns, havia uma expressão corporal maior. Mas a geração Z 2000 – 2010 já começam os envolvimentos com a tecnologia, mas ainda num processo tímido. A geração Alpha 2011 – atual já são completamente tecnológicas, rápidas, imperativas, impacientes, tudo acontece num estralar de dedos.
Antes as crianças até a o final da geração Z, os parques nas praças eram lotados, quadras cheias, ruas movimentadas de crianças brincando o tempo todo, era um período que não volta mais. Acordava cedo ia para escola, chegavam almoçavam e já saiam para rua. Chamavam os vizinhos ou encontravam crianças na onde estivessem e ali já começavam as brincadeiras corpo a corpo.
Pega – pega, amarelinha, esconde – esconde, taco, pula corda, bolinha de gude, pipa, cobra cega, vivo e morto, queimada, adoleta, rodar pião, batata quente, cabo de guerra, dança da cadeira, estilingue, andar de bicicleta, patins, ciranda entre outras. ADRIANA FARIA que nasceu na geração X relembra algumas brincadeiras que ela costumava brincar quando era criança “adorava brincar de pega – pega, pula corda, jogar bola. Ficava dia toda na rua, só vinha para comer, tomar banho e dormir”.
PAULA BRITCHI que viveu a geração Y comenta que “não percebemos mais a pureza das crianças, o gosto da infância divertida com os colegas de rua, da escola. Os assuntos são outros, pois tudo está voltado para a tecnologia”.
A especialista infantil Ana Maria calderario Ferreira, diretora da escola estadual Professor Roque de Castro Reis em Taubaté – SP. Afirma que “O que acontece com essa juventude desde que pequenas, são crianças marrentas, pirracentas, cheias de ego centrismo e também na parte dos adolescentes ficou pior”.
A importância de brincar é fundamental para que a criança cresça saudável e desenvolva melhor o seu desempenho nas fases de sua evolução. A interação dos pais na vida infantil é essencial para que ela possa viver saudável e conseguir produzir melhor as suas atividades psíquicas pedagógicas.
