As histórias de um jornalista aventureiro

 Lucas Lewin um rapaz alegre e de bem com a vida, fala um pouco de suas historias e sonhos, de como foi sua tragetoria e o que fez para ser esse  grande jornalista.
Por Adam Rodrigues




“Hoje não me vejo trabalhando com outra coisa senão o jornalismo”. Em Campos do Jordão, na Rua Antônio Martinho Ferreira Filho, esquilos passam de lá para cá, e próximo da SEA (Sociedade de Educação e Assistência) - escola religiosa e ponto de referência da cidade- reside um jovem brincalhão e respeitado: o jornalista Lucas Lewin.

O jornalismo apareceu em sua vida por acaso. Sempre pensou em fazer faculdade de cinema, pois achava mágica a forma de planejamento e montagem. Começou a cursar na Universidade de Mogi das Cruzes, que foi fechado posteriormente por falta de alunos. Persistente, tentou outras faculdades públicas e chegou a ficar na lista de espera de algumas, mas como não conseguiu, resolveu fazer algo parecido aqui na região do Vale do Paraíba. 

Entrou no curso de comunicação social na Universidade de Taubaté, começando assim sua história no jornalismo. Escoteiro na infância, sempre gostou de ser solto. Hiperativo, gosta de explorar o desconhecido, quando criança se divertia muito com as brincadeiras de sobrevivência. “Sempre fui meio bicho do mato” afirma Lucas, vivia se aventurando por aí, fazia trilha de bicicleta, ia acampar com os escoteiros, escalava e aprendeu a gostar e voar de paraglider com alguns grandes amigos, a propósito, tenho muitos bons amigos dessa época até hoje”, completa Lewin. 

Desde cedo, motivado pela vida ao ar livre que o escotismo o proporcionou, ficou viciado em emoções, inspirado pelos filmes de Indiana Jones (que sempre regaram a infância) e pelos livros do Amyr Klink. Além disso, Lucas sempre desejou sair pelo mundo e poder vê-lo com seus próprios olhos. Essa grande profissão que até então era desconhecida a ele, o fez ir além, reavivou a vontade de contar todas as histórias que via para aqueles que não tivessem todas essas oportunidades.