Divas do Cinema I: Audrey Hepburn

Dentre essas e muitas outras estrelas, uma ainda brilha no com grande destaque: Audrey Hepburn, a eterna bonequinha de luxo que até hoje é sinônimo de elegância, talento e solidariedade com o próximo.

Se Marilyn Monroe cantou que o melhor amigo das mulheres são os diamantes, Audrey não ficou para trás quando consagrou a joalheria Tiffany & Co no filme “Breakfast at Tiffany’s”. Até hoje, graças a ela, as joias daquele são sinônimo de luxo e artigo de desejo entre todas as mulheres.


Em relação à moda e estilo de vida, Audrey Hepburn, ao lado de Coco Chanel, são dois dos nomes mais lembrados. A ideia do pretinho básico perfumou editorias de moda, campanhas publicitárias, peças de decoração, seriados, novelas e até outros filmes.
Audrey Hepburn

Porém a carreira cinematográfica de Audrey vai muito além das confusões de Holly Golightly, a atriz iniciou sua trajetória muito antes, em 1948, com o documentário “Dutch in Seven Lessons”. Foi a primeira oportunidade da belga, filha de um banqueiro britânico e uma baronesa holandesa, brilhar na telona, já que anteriormente trabalhara como dançarina, corista e modelo fotográfica. Confira alguns trabalhos:

Bonequinha de Luxo: Essa doce história escrita por Truman Capote, marcou época e ainda emociona gerações desde 1961. Sua avó já deve ter visto, sua mãe também, e se você ainda não assistiu esse clássico o que está esperando para correr ao Block Buster mais perto? Os conflitos Holly Golightly e a personalidade única consagraram essa prostituta de luxo como um dos personagens mais lembrados do cinema mundial, recebendo cinco indicações ao Oscar no ano seguinte.


Princesa e o Plebeu: A história de Cinderela fica no chinelo com esse romance em preto e branco de 1953. A delicadeza e o humor de Audrey como uma princesa que cansada de sua vida de mordomias rendeu-lhe o Oscar de melhor atriz no ano seguinte e a aprovação de Hollywood. “Roman Holiday” é sensível e inocente como só os anos 50 poderiam ser, uma boa pedida para voltar o tempo e relembrar esses anos de ouro e inocência.



Cinderela em Paris: O conto de fadas de 1957 envolvendo a balconista de uma livraria no Greenwich Village que em um golpe do destino se torna modelo fotográfica e viaja para a inspiradora e apaixonante Paris, onde as coisas acontecem bem diferentes do planejado.



My Fair Lady: A história da vendedora de flores, Eliza Doolittle, é um clássico entre as comédias musicais de 1964, inspirada na peça teatral de Pigmalião.Um rico professor, o galã Rex Harrison, é desafiado em seis meses transformar aquela humilde e ignorante mulher em uma dama da alta sociedade.


Charada: Também de1963, Audrey voltou as telas do cinema com pouco mais de ação, Charada narra as emoções da viúva Regina Lambert e do investigador Peter Joshua em encontrar os assasinos do seu marido e a fortuna da família que desapareceu antes dele morrer.



Após o término da carreira em 1987, Audrey dedicou os últimos anos de vida a causas humanitárias, se tornando Embaixatriz da UNICEF, órgão que tinha grande gratidão pois ajudara sua família durante a guerra, e viajando o mundo. Em 1993 foi diagnosticada com câncer de apêndice, falecendo às 7 horas da noite de 20 de janeiro de 1993, aos 63 anos.
Apesar da morte, a memória de Hepburn continua viva, por meio dos filmes que participou e livros e documentários que foram desenvolvidos em sua homenagem, como “O Pescoço de Audrey”, “Audrey Hepburn: The Fairest Lady” (1987), “The Audrey Hepburn Story” (2000) e “The Magic Of Audrey Hepburn”(2010).